Como agiram os suspeitos de invadir o celular de Moro, segundo investigação

O resultado da apuração da Polícia Federal está na decisão que autorizou as prisões preventivas ontem, que foi tornada pública nesta quarta-feira

A investigação da Polícia Federal que levou à prisão de quatro suspeitos de terem invadido celulares de autoridades, entre elas o ministro da Justiça, Sergio Moro, indica que o hackeamento ocorreu na conta do aplicativo de mensagens do Telegram, por meio da interceptação do envio de um código pelo aplicativo para sincronizá-lo fora do aparelho celular, em computadores.

O resultado da apuração da PF está na decisão que autorizou as prisões preventivas ontem, do juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, que foi tornada pública nesta quarta-feira (24).

No entanto, não está claro ainda se os quatro presos têm relação com as conversas divulgadas pelo site The Intercept Brasil.

Moro disse que seu aparelho foi hackeado no dia 4 de junho, quando o invasor teria operado seu aplicativo de mensagens por seis horas.

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